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Quem Somos |
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Oscar 2008 |
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Changeling (A Troca) |

Angelina Jolie em uma cena de Changeling. Foto deTony Rivetti, Jr.
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O diretor de fotografia Tom Stern, ASC, AFC no set de Changeling. Foto de Anthony Michael Rivetti.
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BIOGRAFIA DE TOM STERN, ASC, AFC Tom Stern, ASC, AFC nasceu e cresceu em Palo Alto, Califórnia. Quando estudava no St. John's College em Santa Fe, Novo México, fez a fotografia de um filme para um amigo. Mais tarde, matriculou-se no programa de estudos da escola de cinema para graduados da Universidade de Stanford, onde se concentrou na iluminação. Stern iniciou sua carreira trabalhando como primeiro assistente/eletricista chefe em filmes médicos e documentários. Bruce Surtees, ASC lhe deu a oportunidade de trabalhar com ele como seu eletricista chefe em White Dog. Stern também foi eletricista chefe em muitos filmes de Conrad L. Hall, ASC. Seu trabalho com Surtees o levou a se associar, por longo prazo, com Clint Eastwood, como diretor de fotografia, com quem acabou trabalhando em Blood Work, Mystic River, Million Dollar Baby, Flags of Our Fathers, Letters from Iwo Jima e Gran Torino. Entre seus outros créditos incluem-se Romance & Cigarettes, Things We Lost in the Fire e Faubourg 36. |
MATERIAL DE FILME KODAK USADO EM CHANGELING
Filme KODAK VISION 500T 5279
INDICAÇÕES AO OSCAR POR CHANGELING
Fotografia: Tom Stern, ASC, AFC
Atriz principal:]
Angelina Jolie
Direção de Arte:
Direção de Arte - James J. Murakami
Decoração do Set - Gary Fettis
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SINOPSE Changeling baseia-se em fatos reais. Em 10 de março de 1928, um menino de 9 anos, Walter Collins desapareceu da sua casa em Los Angeles. Seis meses mais tarde, as súplicas de sua mãe são respondidas quando o menino seqüestrado é devolvido. No meio de uma sessão fotográfica ela percebe que o menino não é seu filho. Enfrentando a polícia corrupta e um público céptico, ela vai, desesperadamente, em busca da verdade. |

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STERN MENCIONA SOBRE FILMAR CHANGELING:
“De certa forma visualizamos o look como se fosse uma versão de cool jazz em Day of the Locust. Mesmo se não tenho o talento de Conrad Hall, era isso que estava procurando mostrar. Tentamos extrair a austeridade de Mystic River. Há um pouco mais de cor com relação ao que fizemos nos dois filmes anteriores. A paleta de cores é mais rica, porém suave. Há uma certa integridade nestas imagens - elas são uma certa forma de “na tua cara”. Tendi a fazer as coisas meio “foto-jornalismo”; entretanto, esta história é, de fato, sobre a agonia e a jornada de uma mulher. O objetivo básico foi dar aos atores espaço para atuar”. |
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